quarta-feira, 22 de junho de 2016
Em jogo de erros defensivos, Atlético bate Corinthians e consolida reação
Em um jogo onde os erros defensivos foram decisivos para o resultado, Atlético e Corinthians fizeram um bom jogo no Mineirão. Um jogo equilibrado onde o time mineiro teve mais domínio e concluiu os lances mais importantes em gols, o Corinthians também levou perigo em alguns momentos.
O JOGO:
PRIMEIRO TEMPO:
Em um primeiro tempo muito embolado, com o Corinthians fechado e o Atlético com mais posse de bola, mas abusando dos erros de passe, as chances foram escassas de ambos os lados. O 0x0 retratou o equilíbrio e a falta de eficácia nas finalizações. Aos 24 minutos, um lance polêmico. Marquinhos Gabriel claramente puxa Erazo e o juíz Wilton Pereira Sampaio nada marcou.
SEGUNDO TEMPO:
A segunda etapa começou não muito diferente, Clayton para o Atlético e Marquinhos Gabriel para o Corinthians tiveram chances de pouca efetividade. Até que aos 21 minutos, Marcos Rocha veio da direita e cruzou para Fred dentro da área finalizar. Galo 1×0. Um gol típico do artilheiro ex-Fluminense, oportunismo quando a bola chega na área.
As duas equipes fizeram modificações. Clayton no Atlético saiu para a entrada de Patric, e Guilherme saiu no Corinthians para a entrada de Lucca. Mas o Atlético continuava melhor na partida, até que aos 37 minutos, o jovem zagueiro Pedro Henrique recuou para Cassio, mas a bola foi fraca, e Cazares chegou mais rápido, driblou o goleiro corintiano e ampliou. 2×0 Galo.
Aos 44 minutos, em mais um erro defensivo, desta vez de posicionamento de Marcos Rocha e Datolo, que deixaram Lucca livre para receber o cruzamento e descontar. 2×1 placar final.
ANALISE:
É nítida a melhora do time de Marcelo Oliveira, que está tocando melhor a bola e desenvolvendo um futebol melhor. Consequência disso é a melhor nos resultados, é a segunda vitória seguida sob o comando do novo treinador, que ficou 7 jogos sem vencer em seus primeiras partidas pelo Galo.
FICHA TÉCNICA:
ATLÉTICO 2 X 1 CORINTHIANS
Atlético
Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Erazo e Douglas Santos; Leandro Donizete, Rafael Carioca e Cazares; Clayton (Patric), Fred (Carlos) e Robinho (Dátolo).
Técnico: Marcelo Oliveira
Corinthians
Cássio, Fagner, Pedro Henrique, Vilson e Uendel; Bruno Henrique, Rodriguinho, Marquinhos Gabriel, Guilherme (Lucca) e Giovanni Augusto (Luciano); Romero
Técnico: Cristóvão Borges
Gols: Fred, 21min 2ºT; Cazares, 37min 2ºT; Lucca, 44min 2ºT
Motivo: 10ª rodada do Campeonato Brasileiro
Estádio: Mineirão, em Belo Horizonte
Data: 22 de junho de 2016
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (Fifa/GO)
Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva (Fifa/GO) e Ivan Carlos Bohn (PR)
Cartão amarelo: Erazo, Marcos Rocha (ATL); Pedro Henrique (COR)
Publico: 34.426
Renda: R$ 757.300,00
domingo, 19 de junho de 2016
Cazares volta, Galo joga bem e bate Ponte Preta
Após 1 mês e 4 dias sem vencer no Campeonato Brasileiro, o Atlético voltou a apresentar um bom futebol, em especial com o retorno do meio campo Cazares, que além do gol, fez um bom jogo, comandando o meio campo dando mais velocidade e criatividade ao time. Sem grandes sustos, vitória atleticana por 3x0.
O JOGO:
PRIMEIRO TEMPO:
Bem fechado na retaguarda, a Ponte dificultava as ações atleticanas no inicio da partida. Sem conseguir penetrar na área da equipe de Campinas, a solução era usar outras alternativas, como o chute de fora da área.
Aos 12 minutos, Leandro Donizete arriscou um boa batida de longe, e João Carlos fez uma grande defesa.
Em uma outra chance, aos 23 minutos, João Carlos não foi tão feliz e acabou falhando bisonhamente após um petardo de longe do mesmo Leandro Donizete. Gol do Atlético. 1x0.
A Ponte Preta acabou sentindo o gol e ficando perdida na partida, e o Galo aproveitou o bom momento para ampliar o placar , após boa jogada de Marcos Rocha e Cazares recebendo e bateu colocado. Atlético 2x0.
Em nova chance, Junior Urso quase fez, mas João Carlos fez a intervenção. Robinho também foi as redes, mas a auxiliar marcou impedimento.
SEGUNDO TEMPO:
No inicio da segunda etapa, a Ponte começou tocando mais a bola. Mas aos poucos o Galo foi tomando conta das ações. Aos 19 , Leonardo Silva em lance de bola aérea cabeceou pra fora.
Aos 36 minutos, Fred começava a fazer um bom trabalho de pivô que começou a dar resultado. Primeiro após uma boa jogada, ele rolou para Clayton que de frente para o gol acabou chutando fraco e perdendo a chance.
Na segunda etapa, Rafael Carioca, que começou a partida no banco de reservas, e Carlos, substituíram Robinho e Clayton respectivamente. Aos 39 minutos, Carlos fez jus a confiança de Marcelo Oliveira e após passe de Donizete, recebeu e mesmo com oportunidade de rolar para Fred que estava bem posicionado, finalizou e fechou o placar. 3x0 Galo.
Aos 45 minutos, Willian Potiker finalizou com perigo após lançamento de Renê Junior, um dos raros momentos de perigo que a Ponte levou na partida ao goleiro Victor.
ATLÉTICO 3 X 0 PONTE PRETA
Atlético
Victor; Marcos Rocha, Erazo, Leonardo Silva e Douglas Santos; Leandro Donizete, Júnior Urso, Cazares e Robinho (Rafael Carioca); Clayton (Carlos) e Fred. Técnico: Marcelo Oliveira
Ponte Preta
João Carlos, Jeferson, Fábio Ferreira, Kadu e Reinaldo; João Vitor, Renê Júnior e Cristian; Felipe Azevedo (William Pottker), Clayson (Thiago Galhardo) e Roger (Wellington Paulista). Técnico: Eduardo Baptista
Gols: Donizete, 23min 1ºT; Cazares, 27min 1ºT; Carlos, 39min 1ºT
Motivo: 9ª rodada do Campeonato Brasileiro
Estádio: Independência (Belo Horizonte)
Data: 19 de junho de 2016
Árbitro: Wagner Reway (MT)
Assistentes: Carlos Berkenbrock (SC) e Nadine Schramm Câmara Bastos (Fifa/SC)
Cartão amarelo: Jéferson (PON)
Publico: 16.042
Renda: R$ 300.593,00
quinta-feira, 16 de junho de 2016
Em atuação sofrível, Atlético sucumbe diante do Internacional e se afunda cada vez mais no Z4
Considerado por muitos o melhor elenco do Brasil, dentro de campo se vê um time desarrumado, bagunçado e mal treinado. É assim que vem se apresentando o Atlético de Marcelo Oliveira, que mais uma vez joga mal, foi derrotado pelo Internacional, figura na zona de rebaixamento e começa a preocupar o seu torcedor. Na próxima rodada, a equipe tentará a recuperação contra a Ponte Preta, domingo, as 11h da manhã, no estádio Independência.
O JOGO
PRIMEIRO TEMPO:
Em um jogo onde o Atlético não conseguia ficar com a bola, errava passes em demasia, além do excessivo número de chutões, que batia na defesa colorada e voltava.
Logo no primeiro minuto de jogo, um prenúncio do que ia acontecer. A defesa atleticana foi toda marcar a bola, deixando espaço para Eduardo Sasha invadir a área e sozinho, quase marcar. Sasha como um jogador habilidoso e artilheiro, ficando desmarcado seria perigo certo para a defesa atleticana.
Aos 8 minutos, foi a vez de Alex chutar de longe e Victor fazer boa intervenção.
O Atlético não conseguia tocar a bola com produtividade, e nem envolver a defesa do Inter, raros lances o time chegava ao ataque, como na cobrança de falta de Robinho, que Danilo Fernandes agarrou facilmente.
Aos 30 minutos, um claro momento de desequilíbrio que vive o time neste momento . Robinho e Rafael Carioca discutem questões de jogo fortemente no meio do gramado. Questões que com certeza poderiam ter sido resolvidas no vestiário.
Como o jogo vinha se encaminhando, o gol do Internacional não demoraria a sair, e ele veio aos 34 minutos, com Eduardo Sasha, que recebeu cruzamento da direita de Vitinho após roubada de bola e toca para a meta vazia. Inter 1x0.
SEGUNDO TEMPO:
O jogo volta morno para a segunda etapa. O Atlético ameaça uma melhora e aos 13 minutos, Robinho arrisca de longe para boa defesa de Danilo Fernandes.
Carlos Cesar e Carlos são sacados para as entradas de Clayton e Carlos Eduardo respectivamente. Não surge efeito as modificações, e o time continua mal em campo.
Até que aos 29 minutos, Anderson ganha na velocidade de Leonardo Silva e cruza para Vitinho jogar a pá de cal nas chances do Atlético na partida.
Fim de jogo: Internacional 2 x 0 Atlético-MG.
quarta-feira, 11 de maio de 2016
Em jogo feio, muito violento no começo, Galo tropeça e São Paulo abre vantagem
Aquela expressão "quem não faz leva" foi a tônica da noite de hoje no Morumbi. Não que o Atlético tenha tido grandes chances, pois o time não tem organização ofensiva, não cria nada, porque taticamente o time está bagunçado. Mas o São Paulo que foi um pouco mais organizado, foi eficiente e fez o gol da vitória de cabeça com Michel Bastos, após falta boba e desnecessária cometida por Pratto e cobrada por Wesley.
O JOGO:
PRIMEIRO TEMPO:
O objetivo de um jogo de futebol é vencer, e para isso, você precisa fazer mais gols que o seu adversário. Mas aparentemente, a competição era quem batia mais, e quem tomava mais cartões, foram 6 cartões amarelos em apenas 28 minutos do primeiro tempo, 4 para o Atlético e 2 para o São Paulo, com possibilidade até de vermelho em alguns lances, como no tapa de Marcos Rocha em Kelvin por exemplo.
Faltava bola e criatividade as duas equipes, chances foram poucas, as melhores foram com Ganso cabeceando na pequena área pra fora, e Pratto, que em posição irregular empurrou para o gol, mas foi bem anulado pelo bandeira.
SEGUNDO TEMPO:
Na segunda etapa, a tônica dos cartões continuava. Wesley e Marcos Rocha foram amarelados nos primeiros 17 minutos de segunda etapa. Aos 14, o São Paulo teve a primeira grande chance com Rodrigo Caio, que passou da bola com gol vazio após desvio de Maicon. Aos 18, Kelvin saiu e deu lugar a Michel Bastos. Apesar de um chute de longa distância de Junior Urso aos 28 minutos, o time de Aguirre não criava nenhum tipo de ataque e não conseguia envolver a defesa do São Paulo. E o inevitável ocorreu. Após cobrança de falta de Wesley, Michel Bastos abriu o placar e marcou o gol da vitória são paulina, deixando o Atlético com a missão de vencer por 2 ou mais gols de diferença se quiser classificar-se a próxima fase.
A nota triste da segunda etapa ficou por conta da grade que desabou e machucou alguns torcedores, e deixou o jogo parado por alguns minutos.
ANALISE:
Diego Aguirre deve rever alguns conceitos. Tanto no jogo final do Campeonato Mineiro quanto nessa partida, o time demonstrou uma carência nítida, a criação de jogadas. Faltava um homem nessa função, e esse jogador estava a disposição, que era Cazares. Porém por supostos problemas de disciplina , o mesmo está afastado, só que isso está prejudicando o time dentro de campo, já que os jogadores que estão sendo escalados para a posição não conseguem corresponder a altura, até porque Patric por exemplo, não é um jogador de meio campo, e é constantemente escalado ali, assim como Clayton, que é um jogador que há muito tempo vem demonstrando futebol fraco, vem sendo frequentemente acionado deixando outras opções, como Carlos Eduardo de fora. Caso haja eliminação no jogo de volta, Aguirre corre um sério risco de não dirigir mais o time, e apesar de termos poucas opções boas no mercado de treinadores, não seria uma decisão injusta da diretoria.
quarta-feira, 27 de abril de 2016
Com erros de finalização e após sofrer muita pressão, Galo garante empate na raça na Argentina.
Poderia ter sido melhor sim, já que o empate sem gols fora de casa faz com que um empate com gols em casa seja suficiente para o visitante se classificar, de acordo com a regra do gol qualificado, mas para um time que nos últimos anos esteve acostumado a virar desvantagens por 2 gols de diferença, o 0x0 ficou de bom tamanho, apesar que em algumas oportunidades, a equipe mineira teve chances de sair com a vitória.
O JOGO:
PRIMEIRO TEMPO:
Gritos da torcida, pressão e muito abafa. Oscar Romero era o cérebro do time de Avellaneda, e logo no começo tentou surpreender Victor, com uma bola por cobertura que por pouco não obteve êxito. Grimi em posição irregular, chegou a abrir o placar, mas logo o árbitro invalidou assinalando um impedimento milimétrico. Pratto teve sua chance, mas a bola acabou indo pra fora. No último lance, em cruzamento de Datolo, Junior Urso tocou de cabeça e quase marcou, dando um susto nos torcedores do time argentino presentes no El Cilindro.
Foi uma primeira etapa onde a equipe da casa marcou muito forte, de forma adiantada, e o Galo abusou de erros de passes, principalmente de Datolo e Rafael Carioca, e além disso, em muitos momentos rifou muito a bola, fazendo com que a posse fosse retomada rapidamente pelo clube argentino.
SEGUNDO TEMPO:
Após duas boas chegadas da equipe da casa que obrigaram Victor a fazer duas boas defesas, o Galo começou a se soltar mais na partida, principalmente após a alteração do técnico Facundo Sava do Racing, ao tirar Noir e colocar Roger Martinez, o time se abriu mais e deu espaço para os contra ataques atleticanos. Robinho, que vinha discreto na primeira etapa, teve excelente participação no segundo tempo, onde deu dois bons passes, um para Pratto, que chutou muito próximo a trave, e outro para Junior Urso, que acabou finalizando em cima de Saja. O próprio Robinho recebeu um lindo lançamento de Marcos Rocha, e tentou chapelar o goleiro adversário, mas a bola acabou saindo e o ataque foi desperdiçado. A equipe da casa, ainda teve uma grande oportunidade com Lisandro Lopez, que acertou a trave. Diego Milito, ídolo histórico da torcida local e do futebol argentino, acabou não entrando na partida, fator que foi positivo para os atleticanos, já que com o excesso de cruzamentos na área feitos pelo Racing, Milito poderia ter sido decisivo. No fim, 0x0 foi um resultado justo para o que foi o jogo, muita marcação, pegada e chances perdidas. A volta será na próxima quarta, na Arena Independência em Belo Horizonte, onde se espera uma melhor atuação da parte do Galo, e um Racing mais aberto, já que para sair classificado de Belo Horizonte, é necessário que faça no mínimo 1 gol, para assim, poder lutar pelo menos por um empate.
Racing 0 x 0 Atlético
Racing
Saja; Pillud, Victor, Sánchez e Grimi (Diaz); Videla, Aued, Noir (Martínez), Romero e Acuña; Lisandro López
Técnico: Facido Sava
Atlético
Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Erazo e Douglas Santos; Leandro Donizete, Rafael Carioca, Júnior Urso e Dátolo (Clayton); Lucas Pratto e Robinho (Cazares)
Técnico: Diego Aguirre
Cartões amarelos: Acuña (RAC); Leonardo Silva, Rafael Carioca, Júnior Urso (ATL)
Motivo: jogo de ida das oitavas de final da Copa Libertadores
Estádio: El Cilindro, em Avellaneda
Data e hora: quarta-feira, 27 de abril, às 19h30
Árbitro: Júlio Quitanda (PAR)
Assistentes: Eduardo Cardozo e Roberto Cañete (PAR)
terça-feira, 26 de abril de 2016
Em duelo de torcidas fanáticas, Galo encara pedreira na Argentina
Talvez o duelo onde esteja envolvido os maiores fanatismos de torcida destas oitavas de final em um único confronto, Racing x Atlético começam nesta quarta feira a briga por uma vaga nas quartas de final da Copa Libertadores. O Time de Avellaneda vem de uma campanha irregular na fase de grupos, com 9 pontos conquistados, ficando na segunda colocação, atrás do rival argentino Boca Juniors, que terminou a primeira fase com 12. Para esse jogo, Gustavo Bou e o zagueiro Luciano Lolo estão fora, ambos lesionados, e o técnico Facundo Sava ainda não definiu os substitutos. O time argentino sofre inconstâncias defensivas, porém tem um poderio de ataque respeitável, já que conta com uma dupla de ataque formada pelo experiente Diego Millito, ídolo da torcida local, e Lisandro Lopez, que fez estragos em cima do Atlético na temporada passada, ao marcar gols nas duas partidas que eliminaram o Atlético e classificaram o Internacional, na época, comandado por Aguirre.
Essa será a primeira partida oficial entre as duas equipes. E também a primeira na história disputada em solo argentino. Houve três encontros, com duas vitórias do Racing ( 1x2 e 2x3 ambas no estádio Independência em 1958) e uma atleticana (3x1 em 1959 no Mineirão), todos eles em Belo Horizonte, porém foram partidas em caráter amistoso.
Já no Atlético, Clayton, Carlos Eduardo e Capixaba são as novidades na lista de inscritos para a competição. Aguirre espera que esses reforços acrescentem mais qualidade ao elenco, que fez boa campanha na primeira fase, vencendo quatro jogos, empatando um e perdendo apenas um.
O Time não deve apresentar surpresas, Datolo e Cazares disputam vaga no meio campo, e caso opte por sacar um dos volantes(o que pode ser Leandro Donizete), os dois meias podem atuar juntos, ou até Clayton pode ficar com a vaga.
A escalação mais provável é : Victor, Marcos Rocha, Leonardo Silva, Erazo, e Douglas Santos, Rafael Carioca, Leandro Donizete( Cazares/Datolo ou Clayton), Junior Urso e Cazares,(Datolo), Robinho e Pratto.
quarta-feira, 16 de março de 2016
Em um primeiro intenso e um segundo com queda de rendimento, Galo vence bem e encaminha vaga
Um primeiro tempo arrasador e um segundo com notória queda física e recuo. Mas mesmo assim o Atlético se impôs e venceu o Colo Colo por 3x0, chegando aos 10 pontos em 4 jogos e praticamente encaminhando a vaga para a segunda fase. A próxima rodada é contra o Independente dell Vale fora de casa no Equador, se vencer garante a vaga à próxima fase.
O JOGO:
PRIMEIRO TEMPO:
Logo no primeiro minuto, o Galo mostrou que não estava para brincadeira. Após tabela de Patric e Cazares, o equatoriano finalizou no canto de Villar. Galo 1x0.
O Colo Colo sentiu o gol, e a defesa composta pelos zagueiros Baeza e Barroso e protegida pelos volantes Pavez e Valdes marcavam em linha e erravam muitos passes, o que facilitava e dava espaço para os atleticanos. Aos 9 minutos, em boa jogada, Pratto recebe e faz um gol legal, mal anulado pela arbitragem. Ainda assim, o time pecou muito nas finalizações. Luan, Patric e Pratto tiveram oportunidades, mas erraram. Falando em Patric, o lateral que vem jogando no meio campo e em muito jogos é criticado pela torcida, ampliou o placar para o Atlético. 2X0 Galo.
SEGUNDO TEMPO:
Mais uma vez vem se repetindo um grande problema que o Atlético vem demonstrando na Libertadores, a queda brusca de rendimento físico. O time que começou voando na primeira etapa, voltou no segundo tempo em um rítimo bem abaixo, o que fez o Colo Colo crescer no jogo e criar algumas oportunidades.
Diego Aguirre novamente demonstrou um certo receio e recuou demasiadamente o time em campo. Durante a segunda etapa, fez algumas modificações, tirando na minha visão os dois melhores jogadores em campo, Patric e Cazares, para as entradas de Hyuri e Robinho. Lucas Pratto que perdeu gol inacreditável no segundo tempo sem goleiro após grande jogada de Patric, continuou em campo, mesmo não fazendo grande jogo.
Mas foi de Hyuri que saiu o gol que fez os atleticanos no Horto respirarem aliviados. Após belíssimo passe de Junior Urso, o ex-botafoguense recebeu e finalizou deslocando Villar e matando a partida. Galo 3x0.
ANALISE:
Foi uma partida quase impecável do Atlético. Digo quase porque mais uma vez houve erros de finalização que não podem ser repetidos em jogos mais cascudos, onde certamente as oportunidades serão mais escassas do que hoje. Outro ponto a se chamar a atenção é a preparação física, que como disse Carlinhos Neves, que sem dúvida é o melhor da área no futebol brasileiro, nenhum time consegue manter um rítimo tão intenso nas duas etapas de um jogo de 90 minutos. Mesmo assim, percebo que alguns jogadores estão aguentando apenas um tempo, e isso é preocupante. Diego Aguirre foi muito criticado pelos torcedores do Internacional pelos mesmos problemas com sua equipe de preparação física em sua comissão técnica, e no Atlético está começando a pintar as mesmas dificuldades. Espero que a supervisão de Carlinhos Neves seja suficiente para melhorar esse quesito.
ATLÉTICO 3 X 0 COLO COLO
ATLÉTICO
Giovanni; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Erazo e Douglas Santos; Júnior Urso, Rafael Carioca, Luan (Eduardo), Cazares (Robinho) e Patric (Hyuri); Lucas Pratto
Técnico: Diego Aguirre
COLO COLO
Villar; Fierro, Baeza, Barroso e Beausejour; Pavez, Araya, Valdes (Reina) e Tonso (Vilches); Rodríguez e Delgado
Técnico: José Luis Sierra
Motivo: 4ª rodada do Grupo 5 da Libertadores
Local: Independência, em Belo Horizonte
Data: quarta-feira, 16 de março
Árbitro: Juan Soto (VEN)
Assistentes: Jorge Urrego (VEN) e Elbis Gomez (VEN)
Cartões amarelos: Rafael Carioca, Luan (ATL); Barroso, Beausejour, Pavez (COL)
Público: 21.201 pagantes
Renda: R$ 1.704.100
Gols: Cazares, 1min, Patric, 45 do primeiro tempo; Hyuri, 27min do segundo tempo
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